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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Só há liberdade a sério quando houver direito à saúde para todos!
Os EUA são o único grande país industrializado cuja população não tem garantido o acesso universal aos cuidados médicos. A cobertura de saúde abrange cerca de 80 por cento da população através de seguros garantidos pelos empregadores, com benefícios maiores ou menores.Como se pode dizer que há liberdade num país que não consegue ao menos assegurar o direito à saúde do seu povo?
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Tenham medo, muito medo!
Etiquetas:
politica internacional,
Saúde,
Teorias da conspiração
quinta-feira, 14 de maio de 2009
A gripe A foi inventada?
Segundo Adrian Gibbs, cientista australiano, em declarações ao canal de televisão Bloomberg, na passada terça, o vírus da gripe A H1N1 resultaria de um erro humano na manipulação de uma vacina. Hipótese que está a ser investigada pela Organização Mundial de saúde (OMS).A possibilidade de este vírus ou outro qualquer que gere uma situação de pandemia no planeta, ter sido criado em laboratório, não deixa de ser preocupante, mesmo que este caso não se venha a confirmar.
É assustador e não deixaria de ser um bom argumento para um filme de terror. Mais aterrador ainda se se tiver em conta os poucos escrúpulos da gente que geralmente está à frente das empresas e dos métodos pouco “católicos” que utilizam para aumentar os seus lucros.
Dá que pensar.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Vacina contra o cancro
Cientistas cubanos anunciaram hoje uma vacina para doentes que sofrem de cancro dos pulmões, que já está disponível nos hospitais da ilha. O medicamento, Cimavax EGF, permitiu aumentar o tempo médio de sobrevivência dos pacientes em quatro a cinco meses ou mesmo muito mais.Em contraste com a quimioterapia, o tratamento com Cimavax EGP tem poucos efeitos secundários, porque é uma proteína modificada que ataca só as células cancerosas.
Apesar de todo do isolamento a que EUA e Europa têm submetido Cuba, a ilha tem conseguido ultrapassar as dificuldades e é hoje um dos países com um maior ritmo de crescimento na América Latina, para além de ao nível da saúde, educação, cultura e desporto, estar muito à frente de muitas ditas "democracias" ocidentais.
Era bom não esquecer, que defender os direitos humanos é também o assegurar às populações dos respectivos países, o direito à saúde, educação e cultura, coisa que gente muito “liberal” parece esquecer.
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Direitos humanos,
politica internacional,
Saúde
quinta-feira, 15 de maio de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Jogar a vida na lotaria?
Nos Estados Unidos, 47 milhões de habitantes não têm direito à segurança social.
Para remediar em parte a situação, o estado do Oregon teve uma ideia original: sortear dez mil seguros de saúde através de uma lotaria.
A ideia pode não resolver o problema dos seus 600 mil habitantes (16% da população do estado), não suficientemente pobres para recorrer ao programa do governo federal Medicaid, mas que não têm dinheiro para pagar o seguro.
“É melhor que nada. Dá-nos uma pequena esperança” disse à KMTV Shirley Krueger, de 61 anos, que não ganha para pagar a insulina que tem de tomar devido à diabetes.
Louanne Moldovan, habitante de Portland mostrou à BBC as contas para pagar que acumula há anos devido à doença de Crohn. Ao todo Moldovan, desempregado, diz ter gasto 15 mil dólares que não sabe como pagar. “É patético e repugnante ao mesmo tempo. Mas é uma necessidade porque não tenho como pagar”.
Para Jonh Duke, director da clínica Outside In, em Portland, onde 90% dos pacientes não têm seguro de saúde, a lotaria “dá esperança aos poucos que são escolhidos, mas revela um problema mais profundo”. “É apenas um penso rápido”, garantiu à BBC, mas “diz muito sobre o sistema de saúde no Oregon e nos Estados Unidos em geral”.
Todos os anos dezenas de milhares de americanos morrem por falta de cuidados de saúde, uma vez que não têm seguro. Um estudo do Urban Institute revela que em 2006, morreram 22 mil adultos por essas razões.
Diário de Noticias 01.03.08
Para remediar em parte a situação, o estado do Oregon teve uma ideia original: sortear dez mil seguros de saúde através de uma lotaria.
A ideia pode não resolver o problema dos seus 600 mil habitantes (16% da população do estado), não suficientemente pobres para recorrer ao programa do governo federal Medicaid, mas que não têm dinheiro para pagar o seguro.
“É melhor que nada. Dá-nos uma pequena esperança” disse à KMTV Shirley Krueger, de 61 anos, que não ganha para pagar a insulina que tem de tomar devido à diabetes.
Louanne Moldovan, habitante de Portland mostrou à BBC as contas para pagar que acumula há anos devido à doença de Crohn. Ao todo Moldovan, desempregado, diz ter gasto 15 mil dólares que não sabe como pagar. “É patético e repugnante ao mesmo tempo. Mas é uma necessidade porque não tenho como pagar”.
Para Jonh Duke, director da clínica Outside In, em Portland, onde 90% dos pacientes não têm seguro de saúde, a lotaria “dá esperança aos poucos que são escolhidos, mas revela um problema mais profundo”. “É apenas um penso rápido”, garantiu à BBC, mas “diz muito sobre o sistema de saúde no Oregon e nos Estados Unidos em geral”.
Todos os anos dezenas de milhares de americanos morrem por falta de cuidados de saúde, uma vez que não têm seguro. Um estudo do Urban Institute revela que em 2006, morreram 22 mil adultos por essas razões.
Diário de Noticias 01.03.08
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Antidepressivos
Os fármacos antidepresivos de última geração, como o Prozac e o Seroxat, não têm mais efeito que os placebos, sobre a maior parte das pessoas que sofrem de depressão, segundo um estudo elaborado pela Universidade de Hull, no Reino Unido e que foi publicado pelo jornal PloS-Medicine. “A diferença entre os pacientes que tomam placebos e aqueles que consomem antidepressivos não é relevante. Isto significa que as pessoas que sofrem de depressão podem melhorar sem tratamento químico”, explicou o professor Irving Kirsch, do Departamento de Psicologia da Universidade de Hull.A investigação sugere que estes fármacos não têm mais efeito que os placebos em pessoas que sofrem uma depressão leve e para a maior parte dos que sofrem uma depressão profunda.
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