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sábado, 20 de dezembro de 2008

Triste

«Perto de 300 professores sindicalistas - todos os que têm dispensa a tempo inteiro das actividades lectivas para exercício das actividades das suas estruturas - estão impedidos de ser avaliados ou de progredirem nas carreiras até regressarem às suas escolas de origem.»
DN, 19-12-08

"Agora se percebe a luta aguerrida dos sindicatos contra a avaliação dos professores. De facto, é uma "violência" acabar com a promoção automática dos 300-trezentos-300 professores/sindicalistas até ao último escalão da profissão, sem a exercerem anos e anos a fio…"

Vital Moreira, Causa Nostra, 20-12-08

Este senhor considera que o sindicalismo é uma forma de parasitismo, este senhor que há vinte anos dizia querer reformar o comunismo e que agora tem a mesma posição que os reaccionários mais reaccionários, pelo menos no que diz respeito à luta dos trabalhadores e ao sindicalismo. O patrão da CIP, ou da CAP não diria melhor.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Prejudicar os sindicalistas!

O modelo de avaliação proposto pelo governo, não prevê a classificação dos professores dispensados a tempo inteiro para trabalhar nos sindicatos. Isto significa que só quando voltarem às escolas é que podem progredir. Quem quiser fazer carreira sindical arrisca-se a não sair do mesmo escalão. Ou seja, aqueles que se predispõem a defender os professores são discriminados!

No entanto segundo a legislação sindical, “nenhum dirigente pode ser prejudicado ou beneficiado pelo exercício do seu cargo”, mas a verdade é que acabam por o ser, tal como o foram aquando dos concursos de acesso a professor titular, pois pelo facto de não estarem nas escolas acabaram por não ter os pontos suficientes.