
“A Comissão Eleitoral israelita decidiu ontem, por maioria, proibir a participação dos dois partidos árabes, o Balad e a Lista Árabe Unida, nas próximas eleições. A decisão - baseada na proibição de deputados negarem o carácter judaico do Estado, apelarem ao racismo e apoiarem luta armada contra Israel - vai estar agora nas mãos do Supremo Tribunal do país, que terá de se pronunciar até sexta-feira. Os dois partidos têm um total de sete deputados nos 120 lugares do Knesset (parlamento), representando a minoria árabe israelita (cerca de um quinto da população de Israel).”
Ficamos, entre outras coisas, a saber que na democracia israelita que negar o carácter judaico do estado, está excluído…
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