
Acontece que quando a Justiça chega perto daqueles que têm um pouco mais de poder, como que por magia, a senhora acaba por ficar enredada numa série de minudências, complicações e fraquezas que acabam por resultar regra geral, na absolvição dos acusados.
Então nessas alturas, o poder que administra a Justiça, para dar um ar de competência e de preocupação com o estado da dita senhora, resolve avançar cheio de coragem para um inquérito cujo resultado regra geral é nulo, ou então, acaba por ficar esquecido depois dos ignotos cidadãos já andarem atarantados com mais uma história semelhante ou então com mais um aumento qualquer, ou a diminuição dos seus salários ou direitos. Mas quando o poder é mais afoito, enche-se de brios, assume uma posse de virgem ofendida e resolve o caso maquilhando a pobre da senhora com uma face mais dura, tipo carranca, mas que em nada altera a sua eficiência.
Para que é que esta gente quer endurecer as leis que têm se eles nem as que existem conseguem aplicar… a quem tem um pouco mais de poder?
Sim porque para os outros a senhora nunca perdeu o seu lindo jeito de se menear.
2 comentários:
A Justiça não é uma senhora com os olhos vendados e de espada na mão, pronta a castigar os faltosos.
Quando muito será uma senhora com os olhos vendidos, pronta a castigar os que não tenham dinheiro para a comprar.
Mas prefiro a imagem de uma cadela cega, com o faro ainda apurado. Quando lhe cheira a dinheiro, está pronta a lamber seja quem for. A quem não tem dinheiro ou poder, que é quase a mesma coisa, arranja sempre forças para morder.
Estoum com o Antero. A Justiça usa meias de liga e tem mamas de silicone. Há até quem diga que é uma "dama de chicote", se é que me faço entender.
:-P
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