
Dona Chila, tinha terminado de dirigir no clube de futebol do bairro, uma cerimónia de entrega de prémios a 102 crianças que participaram no “torneio intercalar dos jogos tradicionais”.
Martha Cecília Obando, chamada carinhosamente Dona Chila, era (entre outras coisas) presidenta da Associação de Mulheres Deslocadas – ASODESFRAN -, líder do programa “Famílias em Acção e Mulheres Aforradoras”, integrava a rede local “Mães pela Vida”, espaço comunitário de apoio às vitimas da violência gerada pelo conflito armado, que procura promover a organização e mobilização das vitimas, na busca e esclarecimento da verdade dos acontecimentos, bem como da reconciliação entre agressores e vitimas.
Sobre estes crimes dos paramilitares com a cumplicidade do governo de Uribe, a imprensa ocidental (e mui "católica") faz o mais profundo silencio.
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